Paula Las Heras é destaque na imprensa ao analisar exigência de vacina em escolas

Paula Las Heras é destaque na imprensa ao analisar exigência de vacina em escolas

A advogada Paula Las Heras, sócia-fundadora do LLH, foi destaque em importantes veículos de imprensa, como O Globo, Estadão, O Dia e BandNewsFM, ao analisar a exigência do comprovante de vacinação contra a Covid-19 para adolescentes que frequentam aulas presenciais nas escolas. Nesta terça-feira (31), em entrevista a O Globo, ela classificou como positiva a decisão da Escola Americana do Rio de Janeiro (EARJ) de só permitir o acesso ao campus aos estudantes que completarem a imunização.

“Espero que a iniciativa inspire outras escolas, e, mais do que isso, que provoque um debate saudável nos grupos de pais. Hoje a gente sabe a força que esses grupos têm e como eles se tornaram um canal direto entre família e escola. É o momento de todo mundo parar, refletir e avaliar o custo-benefício de se colocar uma vacina em prol de toda uma comunidade”, afirmou Paula, mãe de uma aluna da EARJ. 

A reportagem teve como ponto de partida a notícia sobre a Escola Americana veiculada na quinta-feira (26), no Blog do Ancelmo, também em O Globo. Ao jornalista e colunista Ancelmo Gois, a advogada já havia destacado que a vacinação é uma medida de proteção coletiva. “As escolas, ao exigirem a vacinação para a permanência do aluno, apoiam-se na prevalência do direito à saúde coletiva sobre a liberdade individual.”

Ao Estadão, a sócia-fundadora do LLH ressaltou que “a Escola Americana sempre cuidou para evitar a disseminação da covid-19”. “A vacinação protege a coletividade, e o direito à saúde coletiva prevalece sobre a liberdade individual”, completou, ratificando que a medida adotada pela instituição de ensino é correta. A matéria foi reproduzida na Época Negócios, na Gaúcha ZH e nos portais UOL, Terra e MSN, entre outros veículos de informação.

O embasamento constitucional da decisão da escola foi pontuada por Paula ao jornal O Dia. “Entendo que a adoção de qualquer medida necessária à proteção de vidas é legítima, e encontra apoio na nossa Constituição e em recentes julgamentos sobre a legitimidade da exigência de vacinação pelas empresas aos seus funcionários”, disse.

Para a BandNews FM, a advogada afirmou que, em conversas com outros pais, alunos e professores, percebeu que a maioria também apoia a iniciativa.

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